Em meu livro Os Loucos Geram Mais Resultados, cito o Roger Federer como um exemplo de “louco”.
Alguns trechos:
“No início da temporada de 2016, com 34 anos, Federer passou por uma cirurgia no joelho e ficou afastado das quadras por 60 dias. Ao voltar, ainda como 3º. no ranking, não teve um ano muito bom. Fez uma parada de 6 meses para recuperação física, caindo para 17º.
Mas ele voltou! Aos 35 anos iniciou a temporada de 2017 vencendo o Aberto da Austrália, um dos 4 Grand Slams. Ganhou mais alguns títulos na sequência, subindo rapidamente para 4º. lugar.

Na verdade, a decisão de parar por 6 meses foi fundamental para recuperar a saúde física e mental e permitir que continuasse jogando em alto nível.
Assista Federer jogando e compare com outros jogadores. Parece que eles fazem sempre mais do mesmo, ainda que com muita efetividade. Federer joga solto, alternando golpes.
Saca com tamanha precisão, o que nos faz sentir que aquele movimento (o mais complexo do tênis) é absolutamente natural, com pouco esforço.
No início de 2018, Federer fez o que poucos acreditavam: ganhou seu 20º. Grand Slam (Austrália, em janeiro).
Em fevereiro após chegar às semifinais do ATP 500 de Rotterdam, voltou a ser o número 1 do mundo. Aos 36 anos!
E o cara diz que vai jogar até os 40 anos!”
Ontem, 15/09, Federer anunciou sua aposentadoria, aos 40 anos!
Desta história ficam lições de resignação, resiliência, força, coragem, foco,
vulnerabilidade, propósito, felicidade e paixão pelo que faz!
E você, como tem lidado com as dificuldades e “dado a volta por cima”?
Comente comigo uma experiência sua! Será legal compartilhar!